quarta-feira, 4 de dezembro de 2013



AMOR a palavra que alberga dor felicidade e dúvida, o sentimento complexo que se usa o nome como lixo, AMAR algo ou alguém, todos falam todos dizem sentir todos procuram, mas afinal estas pronto para dar sem receber fazer sem questionar sorrir sem perceber e chorar quando falhar dar o braço a torcer correr atrás perder a razão cair e levantar até aquele amor ser correspondido, amar não é dizer eu amo-te beijar e virar costas ou pertencer a alguém ou viver apenas e somente por algo ou por alguém, amar não é uma coisa a que podemos simplesmente adicionar uma descrição amar não é querer procurar nem encontrar, amar é algo que não tem explicação não faz sentido não aparece e desaparece, amar não tem uma descrição não se explica não se aprende nem se ensina amar é o que eu sinto tu sentes e ele sente, não por uma pessoa ou por uma coisa, amar é a cima de tudo estares bem contigo pois só quem se ama consegue amar só quem se dá valor consegue valorizar só quem sabe sorrir faz sorrir só quem sonha faz sonhar, não podemos criar algo que não somos e se não somos amor não podemos dar amor…


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Duas vidas uma só cena completa mudança em curto espaço, temperamento odio raiva amor carinho, confusão entre duas realidades opostas porem significativas, o completo conhecimento procurando o desconhecido, a doença da personalidade dupla ou porem da sua ausência total, a simpatia que vira arrogância sem a cena fechar a complexidade do ser humano que irradia um completo desconhecimento de si próprio, ao mesmo tempo que tento desvendar cada vez mais me aproximo de outra duvida como se de névoa se trata-se, compreender algo tão complexo como a mente humana é desconhecer totalmente as suas capacidades, a aparência consome aquilo que a mente alberga porem os vestígios são nítidos em ações variadas que retratam uma autentica despersonalização de si próprio, mais difícil do que ouvir o nosso subconsciente é tentar certamente personalizar alguém que desconhecemos o suficiente como a razão da sua própria existência. 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013



A luz acende, a alma acorda o coração palpita, o jogo começa a cortina abre o publico espera, a historia desenrola o mistério aumenta, o desejo de conhecer mais de saber mais de saber o fim, mas ai a cortina fecha, a cena muda como se de outra história se trata-se, a pressão aumenta o entusiasmo grita, e a cortina volta a abrir, com uma nova história um novo caminho, só os fortes entendem só eles procuram apagar a outra cena, mas ai o pensamento bloqueia a outra cena volta e a cortina volta novamente a fechar, a cortina abre e fecha muitas vezes mas vai existir uma hora que a luz vai apagar, as pessoas vão sair ao mesmo tempo que a porta se fecha, e tu? Ficaste perdido nas outras cenas esquecendo de dedicar atenção a todas as outras… pelo menos no tempo certo.

domingo, 1 de dezembro de 2013

 

O tempo passa, a luz continua a apagar a pouco e pouco, a voz tremula o olhar cansado a mente quase a fechar, a voz de dentro que quer sair realçar a dúvida aliviar a dor, porem a cortina fecha a peça acaba e a voz continua trancada, a chave não se perdeu por completo porem perdida no medo, escondendo a dor trespassando o vidro, a chave está nela assim como cada parte da sua duvida, o tempo vai passar ela vai se escondendo até a sala fechar e a ultima pessoa sair só ai a duvida terá resposta a chave poderá sair e a alma poderá descansar… 

Quando toda a magoa nos faz chorar do futuro perdido viagem incerta, quando a escuridão envolve a nossa mente e a dor do presente nos consome, quando a luz apaga o jogo continua e nós perdidos no vazio da sombra, nesse silencio profundo onde se ouve o choro de uma criança, a criança que quer voltar a correr a rir a ser livre, mas a criança esta presa com a mente cheia, ai o relógio para as horas certas da incerteza marcam o desespero e angustia, a tristeza de quem quer ser livre mas da liberdade se privou e apenas as lagrimas e a escuridão conseguem ouvir a sua dor...