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AMOR a palavra que
alberga dor felicidade e dúvida, o sentimento complexo que se usa o nome como
lixo, AMAR algo ou alguém, todos falam todos dizem sentir todos procuram, mas
afinal estas pronto para dar sem receber fazer sem questionar sorrir sem perceber
e chorar quando falhar dar o braço a torcer correr atrás perder a razão cair e
levantar até aquele amor ser correspondido, amar não é dizer eu amo-te beijar e
virar costas ou pertencer a alguém ou viver apenas e somente por algo ou por alguém,
amar não é uma coisa a que podemos simplesmente adicionar uma descrição amar
não é querer procurar nem encontrar, amar é algo que não tem explicação não faz
sentido não aparece e desaparece, amar não tem uma descrição não se explica não
se aprende nem se ensina amar é o que eu sinto tu sentes e ele sente, não por
uma pessoa ou por uma coisa, amar é a cima de tudo estares bem contigo pois só
quem se ama consegue amar só quem se dá valor consegue valorizar só quem sabe
sorrir faz sorrir só quem sonha faz sonhar, não podemos criar algo que não
somos e se não somos amor não podemos dar amor…

Duas vidas uma só cena
completa mudança em curto espaço, temperamento odio raiva amor carinho,
confusão entre duas realidades opostas porem significativas, o completo
conhecimento procurando o desconhecido, a doença da personalidade dupla ou
porem da sua ausência total, a simpatia que vira arrogância sem a cena fechar a
complexidade do ser humano que irradia um completo desconhecimento de si
próprio, ao mesmo tempo que tento
desvendar cada vez mais me aproximo de outra duvida como se de névoa se
trata-se, compreender algo tão complexo como a mente humana é desconhecer
totalmente as suas capacidades, a aparência consome aquilo que a mente alberga
porem os vestígios são nítidos em ações variadas que retratam uma autentica
despersonalização de si próprio, mais difícil do que ouvir o nosso
subconsciente é tentar certamente personalizar alguém que desconhecemos o
suficiente como a razão da sua própria existência.

A luz acende, a alma
acorda o coração palpita, o jogo começa a cortina abre o publico espera, a
historia desenrola o mistério aumenta, o desejo de conhecer mais de saber mais
de saber o fim, mas ai a cortina fecha, a cena muda como se de outra história
se trata-se, a pressão aumenta o entusiasmo grita, e a cortina volta a abrir,
com uma nova história um novo caminho, só os fortes entendem só eles procuram
apagar a outra cena, mas ai o pensamento bloqueia a outra cena volta e a
cortina volta novamente a fechar, a cortina abre e fecha muitas vezes mas vai
existir uma hora que a luz vai apagar, as pessoas vão sair ao mesmo tempo que a
porta se fecha, e tu? Ficaste perdido nas outras cenas esquecendo de dedicar
atenção a todas as outras… pelo menos no tempo certo.
O tempo passa, a luz
continua a apagar a pouco e pouco, a voz tremula o olhar cansado a mente quase
a fechar, a voz de dentro que quer sair realçar a dúvida aliviar a dor, porem a
cortina fecha a peça acaba e a voz continua trancada, a chave não se perdeu por
completo porem perdida no medo, escondendo a dor trespassando o vidro, a chave
está nela assim como cada parte da sua duvida, o tempo vai passar ela vai se
escondendo até a sala fechar e a ultima pessoa sair só ai a duvida terá
resposta a chave poderá sair e a alma poderá descansar…
Quando toda a magoa nos
faz chorar do futuro perdido viagem incerta, quando a escuridão envolve a nossa
mente e a dor do presente nos consome, quando a luz apaga o jogo continua e nós
perdidos no vazio da sombra, nesse silencio profundo onde se ouve o choro de
uma criança, a criança que quer voltar a correr a rir a ser livre, mas a criança
esta presa com a mente cheia, ai o relógio para as horas certas da incerteza
marcam o desespero e angustia, a tristeza de quem quer ser livre mas da
liberdade se privou e apenas as lagrimas e a escuridão conseguem ouvir a sua
dor...